Quem sou eu?!, pergunto ao vento
num soletrado lento e errante,
entre gritos e risos desaforados
de meus demónios oscilantes.
Nada... nada...
Areia nos olhos... lágrimas a fugirem
entre palpebras semi-cerradas...
E ruge ruge o vento em meus ouvidos,
teimando em não fazer sentido.
E teimando eu também pergunto...
Quem sou eu?! Quem sou eu?!
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